HOMERO1

e-ISSN: 3084-780X Volumen 1 Número 3 Año 2025

Depósito Legal N° 2025-06702 Artículo original

Qualidade de vida de docentes do município do Cuito, Angola

Quality of life in teachers of municipality of Cuito, Angola

Calidad de vida de docentes del municipio Cuito, Angola

Bartolomeu Cândido-Chiteculo 1*, https://orcid.org/0009-0001-7609-1872

Amândio Jamba Pedro da Fonseca2, https://orcid.org/0000-0002-0135-2919

Nayra Martínez-Manzanares3, https://orcid.org/0000-0002-0492-8071

Mario Carlos Fátima-Francisco4, https://orcid.org/0009-0001-2064-2524

1Instituto Superior Politécnico do Bié, Angola.

2Universidade Católica del Maule, Chile

3Universidad de Guantánamo, Cuba

4Universidad Europea del Atlántico, España

*Autor para correspondencia: bartolomeucandidochiteculo@gmail.com

Citación/Citation/Citação: Cândido-Chiteculo, B., Pedro da Fonseca, A.J., Martínez-Manzanares, N., Fátima-Francisco, M.C. (2025). Qualidade de vida de docentes do município do Cuito, Angola. HOMERO, 1(3), 134-144. https://doi.org/10.64492/wv25xx87

RESUMO

Antecedentes: Uma qualidade de vida estabilizada e equilibrada pode trazer ganhos significativos ao professor, melhorando e afinando todos os benefícios de saúde e bem-estar. Objetivo: Avaliar a qualidade de vida dos docentes do Complexo Escolar nº 76 “1º de Maio” e Colégio nº 175 “Comandante Kataleco”, do Bairro Calonuima, no município do Cuito, Bié, em Angola. Método: Utilizou-se o enfoque quantitativo, não experimental, transversal, descritivo-analítico. A amostra foi de tipo não probabilística e intencional, e estava constituída por 51 professores. Para a recolha de dados utilizou-se a versão abreviada do questionário de Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-Bref), composto por 26 perguntas, das quais, 2 gerais e 24 divididas por diferentes domínios como: físico, psicológico, das relações e ambiental. Resultados: Os resultados mostraram que os docentes dessas instituições, com níveis académicos médio e licenciado percebem que sua qualidade de vida é regular nos domínios geral, físico, psicológico, e de relações, e que precisam melhorar no domínio ambiental. Os professores de nível académico superior percebem que sua qualidade de vida é boa no domínio das relações e regular em todos os outros domínios. Conclusões: Os professores das instituições docentes estudadas se caracterizam por perceber que sua qualidade de vida é regular e suas principais dificuldades estão no domínio ambiental.

Palabras clave: docentes, bem-estar, qualidade de vida, psicologia, saúde mental.

ABSTRACT

Background: A stable and balanced quality of life can bring significant gains to teachers, improving and refining all health and well-being benefits. Objective: To assess the quality of life of teachers at School Complex No. 76 “1º de Maio” and School No. 175 “Comandante Kataleco” in the Calonuima neighborhood of Cuito, Bié, Angola. Method: A quantitative, non-experimental, cross-sectional, descriptive-analytical approach was used. The sample was non-probabilistic and intentional, consisting of 51 teachers. Data collection was performed using the abbreviated version of the World Health Organization Quality of Life questionnaire (WHOQOL-Bref), consisting of 26 questions, of which 2 were general and 24 were divided into different domains such as physical, psychological, relationships, and environmental. Results: The results showed that teachers at these institutions, with secondary and bachelor's degrees, perceive their quality of life to be average in the general, physical, psychological, and relationship domains, and that they need to improve in the environmental domain. Teachers with higher academic levels perceive their quality of life to be good in the relational domain and fair in all other domains. Conclusions: Teachers at the educational institutions studied are characterized by perceiving their quality of life to be fair and their main difficulties to be in the environmental domain.

Keywords: Teachers, Well-being, Quality of life, Psychology, Mental Health.

RESUMEN

Antecedentes: Una calidad de vida estable y equilibrada puede aportar beneficios significativos al profesorado, mejorando y afinando todos los beneficios para la salud y el bienestar. Objetivo: Evaluar la calidad de vida de los docentes del Complejo Escolar n.º 76 «1º de Maio» y del Colegio n.º 175 «Comandante Kataleco», del barrio de Calonuima, en el municipio de Cuito, Bié, en Angola. Método: Se utilizó un enfoque cuantitativo, no experimental, transversal y descriptivo-analítico. La muestra fue de tipo no probabilístico e intencional, y estuvo compuesta por 51 profesores. Para la recopilación de datos se utilizó la versión abreviada del cuestionario de Calidad de Vida de la Organización Mundial de la Salud (WHOQOL-Bref), compuesto por 26 preguntas, de las cuales 2 eran generales y 24 se dividían en diferentes ámbitos, como el físico, el psicológico, el relacional y el ambiental. Resultados: Los resultados mostraron que los profesores de estas instituciones, con niveles académicos medios y licenciados, perciben que su calidad de vida es regular en los ámbitos general, físico, psicológico y de relaciones, y que necesitan mejorar en el ámbito ambiental. Los profesores con nivel académico superior perciben que su calidad de vida es buena en el ámbito de las relaciones y regular en todos los demás ámbitos. Conclusiones: Los profesores de las instituciones docentes estudiadas se caracterizan por percibir que su calidad de vida es regular y que sus principales dificultades se encuentran en el ámbito ambiental.

Palabras clave: docentes, bienestar, calidad de vida, psicología, salud mental.

Fecha de recepción: 12/05/2025 Fecha de aceptación: 02/08/2025 Fecha de publicación: 30/09/2025

INTRODUÇÃO

Qualidade de Vida (QV) é um conceito propriamente humano, relacionado a fatores físicos, psicológicos, sociais e ambientais. Está associada ao bem-estar e à adoção de hábitos saudáveis, ao mesmo tempo em que busca minimizar riscos à saúde, como dietas inadequadas, falta de lazer ou práticas de comportamento arriscado (Murer et al., 2008).

A categoria QV tem chegado a uma abrangência tão ampla que inclui a realização dentro da vida intrapessoal, familiar, amorosa, social e ambiental. Para compreender os seus padrões de bem-estar, é necessário fazer uma avaliação de todos os elementos que fazem parte das relações entre os indivíduos, a natureza e a sociedade. Pois, este termo abrange a maioria dos significados (que se transformam em conhecimentos), práticas e valores. Mas também tem caráter sócio histórico: a QV vai depender das condições particulares de cada época e localidade.

A abrangência desse conceito, atinge a abordagem de muitas das várias ciências, e pode apresentar diferentes aplicações (CERCINA, 2012). Segundo Ribeiro (2006), QV é o sentimento pessoal de bem-estar que provém da satisfação ou insatisfação com aspetos da vida que se revestem de importância para a pessoa.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS, 1998 apud. Watts et al., 2025), QV refere-se à percepção do indivíduo sobre a sua posição na vida, considerando o contexto cultural e o sistema de valores em que vive, bem como seus objetivos, padrões e preocupações. É um conceito subjetivo, que pode refletir aspectos positivos ou negativos da experiência de vida.

A definição da OMS abrange a situação de vida do sujeito desde uma perspectiva contextual e ética, coloca o centro da análise na realidade da vida, nas condições médio-ambientais, na espiritualidade do sujeito, no sistema de normas e valores comunitários e familiares, além de outros aspectos de igual importância (Gross-Tur e Reyes-Saborit, 2023).

Sendo assim, QV é influenciada por diferentes domínios, é um conceito complexo e dentro dele encontramos a saúde física, a situação do estado psicológico, a habilidade de independência, as condições de vida em que se encontram, e o relacionamento social entre indivíduos, entendendo que a QV carrega critérios que também incluem entendimentos da área dos sistemas econômicos e políticos (Ruidiaz-Gómez e Cacante-Caballero, 2021).

Nos anos de 1960, foi quando se tratou esse conceito com preocupação na avaliação sistemática e científica das pessoas, pela influência das mudanças socais nos cuidados de saúde e no aparecimento, dentro do processo saúde-doença, de novos modelos epidemiológicos. Para aliviar sintomas, melhorar o nível de funcionamento, alcançar melhores relações sociais e autonomia pessoal, novos indicadores de morbimortalidade começaram a ter relevância na vida e contribuíram para melhorar a QV humana (Ruidiaz-Gómez e Cacante-Caballero, 2021).

Ao dar atenção à saúde e à QV, o aparecimento desse paradigma trousse novas questões sobre o bem-estar, boa satisfação dos indivíduos, melhoramento da sua capacidade física, psicológica e das questões sociais (Ruidiaz-Gómez e Cacante-Caballero, 2021). Neste sentido, também é necessário avaliar a presença dos vários fatores incidentes nos domínios físico, espiritual, psicológico, social, económico e ambiental, pincipalmente quando aparecem situações que afetam a QV, como as doenças, a baixa autoestima, conflitos interpessoais e intrapessoais, estresse, frustração, e outros problemas que podem afetar estas áreas (Guimarães et al., 2023).

Quando a abrangência do termo QV atinge a área da saúde e o bem-estar, implica níveis de satisfação de vida nas várias áreas que a compõem. Nesses termos, a QV se expressa na presença de pessoas saudáveis com: sua própria casa, veículo (mota ou carro) ou acesso (com garantia) aos meios públicos de transporte, com capacidade de satisfazer as necessidades básicas, recreio-relaxamento, resolvido/satisfeito com seu trabalho, com uma vida sexual e amorosa ativa, com capacidade de se relacionar com os outros, a vontade, confiança e estabilidade financeira. A QV apresenta uma relação com a Promoção de Saúde e Prevenção de Doenças, nesta perspectiva, existe uma ligação entre os conceitos e estudos ligados à área epidemiológica (Guimarães et al., 2023).

Em síntese, para construir uma definição global e abrangente de QV, deve-se partir da proposta feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), nessa definição fica claro que QV refere-se à maneira, de cada pessoa, de perceber a situação da sua vida de acordo com a sua origem, a sua família, o sistema de educação que lhe é fornecido, a região em que vive, além dos seus planos, ideias ou convicções do que espera, dentro do seu comportamento e o que pode fazer (OMS, 1998 apud. Watts et al., 2025; Mbeje et al., 2024).

No contexto angolano, a temática da QV chega a ser interessante porque é pouco estudada. Na vida social vê-se bastante queixas sobre as condições de trabalho, salários não satisfatórios para os professores, o que agravou ainda mais, devido ao custo alto da sexta básica. No entanto, muitas das pessoas que reclamam, podem não ter a percepção integral do que é QV, por não saberem quais são as áreas ou os diferentes domínios que a compõem, o que pode causar uma percepção inadequada da QV.

Nos contextos escolares, a percepção dos docentes com relação a sua QV pode afetar a sua capacidade de trabalho, a qualidade do se desempenho ou até seu bem-estar dentro da instituição. Nessa senda, muitos são os fatores que podem afetar os domínios da QV dos professores do Complexo Escolar nº 76 “1º de Maio” e o Colégio nº 175 “Comandante Kataleco” do Bairro Calonuima, no município do Cuito. Tais fatores podem estar relacionados com queixas e greves justificados em salários baixos, a falta de condições de trabalho para exercer com excelência a sua função, alimentações precárias para alguns e sobrecarga de tarefas. Todos estes fatores podem causar cansaço e fadigas, estresse e frustração, problemas de relacionamento consigo ou com os outros, e outros problemas relacionados à saúde mental.

Em essência, a QV tem uma grande importância porque pode trazer ganhos positivos no funcionamento dos trabalhadores, o que afeta também os professores, no sentido de trazer autossatisfação para eles, e vir a melhorar seu trabalho, garantindo assim um processo de ensino e aprendizagem excelente para seus alunos (Silva, 2023). Assim, afirma-se que uma QV boa, estabilizada e equilibrada, pode trazer ganhos significativos ao professor, melhorando e afinando, todos os benefícios já explicados anteriormente (Evangelista & Medeiros, 2019).Observações feitas nesses contextos tem mostrado algumas manifestações de insatisfação e queixas por parte dos docentes; mas as direções dessas instituições não têm realizado uma análise completa sobre a situação. Nesta altura, é uma necessidade ter um conhecimento integral das percepções dos docentes destas instituições com relação a sua QV. Por tanto, esta investigação é desenvolvida para dar resposta ao problema de investigação: Qual é a percepção de qualidade de vida dos professores do Complexo Escolar nº 76 “1º de Maio” e Colégio nº 175 “Comandante Kataleco” do Bairro Calonuima no município do Cuito?O objetivo de trabalho é descrever a percepção da qualidade de vida dos professores do Complexo Escolar nº 76 “1º de Maio” e Colégio nº 175 “Comandante Kataleco” do Bairro Calonuima no município do Cuito.

MÉTODO

Nesta pesquisa se utilizou o enfoque quantitativo, uma vez que relaciona os dados, mede os fenómenos, faz análises estatísticos, percorre um processo sequencial e provatório, de lógica dedutiva, para estabelecer assim um padrão de comportamento da realidade objetiva. Se analisaram as variáveis, e se utilizou a estatística para a interpretação dos dados (Hernández-Sampieri e Torres, 2018).

O desenho deste estudo foi não experimental, transversal, descritivo-analítico, uma vez que se analisou o fenómeno em suas condições naturais, sem manipular qualquer variável. Se descreveram os aspectos fundamentais e característicos da amostra que se selecionou, e se analisou a QV da amostra, por sexo, idade, nível académico e instituição laboral.

Nesta investigação, a população estava constituída por todos os professores do Complexo Escolar nº 76 “1º de Maio” e do Colégio nº 175 “Comandante Kataleco” do Bairro Calonuima, município do Cuito. De maneira não probabilística e intencional (por oportunidade) foram selecionados 51 professores entre os quais 23 homens (45,10%) e 28 mulheres (54,90%), na faixa etária dos 26 aos 57 anos, com idade média de 37,90 anos.

Os critérios para a seleção da amostra foram os seguintes

Critérios de inclusão:

• Professores que trabalham no Complexo Escolar nº 76 “1º de Maio” ou no Colégio nº 175 “Comandante Kataleco”;

• Professores com interesse de participar voluntariamente na pesquisa deram seu consentimento informado.

Critérios de exclusão:

• Professores que não responderam completamente o questionário.

Procedimentos de recolha dos dados

Instrumento

Para a recolha dos dados, foi aplicada a versão adaptada para o Português da WHOQOL-BREF, de Fleck et al. (2000), que é constituído de 26 perguntas (sendo as perguntas número 1 e 2 sobre a qualidade de vida geral e satisfação com o estado de saúde); as respostas seguem uma escala de Likert (de 1 a 5, quanto maior é a pontuação, melhor é a qualidade de vida). Fora dessas duas questões (1 e 2), o instrumento tem 24 facetas as quais compõem 4 domínios que são: físico (7 questões), psicológico (6 questões), relações sociais (3 questões) e meio ambiente (8 questões). Consta ainda dentro dele o questionário sócio demográfico. O instrumento interpreta-se de acordo com as médias obtidas, seguindo a classificação:

Análise de dados

Para a análise dos dados, utilizou-se as planilhas do Excel 2016 e o Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 24.0. (SPSS-24.0) para obter as medidas de tendência central e variabilidade média (M), desvio padrão (DP), Frequência (Fi) e percentagem (%). Fez-se uma análise descritiva das variáveis de acordo com a idade, sexo, nível académico, e instituição laboral.

Variáveis

Idade: refere-se à quantidade bruta de anos. Neste estudo, a idade dividiu-se em três intervalos: (1) adulto jovem: 26-35 anos; (2) adulto médio: 36-45 anos; (3) adulto médio com maturidade: 46-55 anos.

O sexo é uma variável nominal e refere-se ao sexo biológico; na investigação, os sujeitos se classificaram em (1) sexo masculino e (2) sexo feminino.

Nível académico: variável ordinal. Faz referência ao nível de formação vencido pelo professor: (1) Médio, (2) Licenciado, (3) Pós-Graduado.

Instituição laboral: é uma variável nominal, refere-se à instituição laboral de pertença dos professores estudados. Classificam-se em duas instituições: (1) Complexo Escolar nº 76, “1º de Maio” e (2) Colégio nº 175, “Comandante Kataleco”.

Qualidade de vida: é definida como “an individual’s perception of their position in life in the context of the culture and value systems in which they live and in relation to their goals, expectations, standards and concerns” (OMS, 1998 apud. Watts et al., 2025).

Para a interpretação dos resultados, foram tidas em conta as pautas propostas por Leyva (2006, apud Gross-Tur et al., 2021) e ajustadas da seguinte maneira:

a) Boa e muito boa QV: indica uma percepção individual positiva da vida de acordo com os valores e cultura da pessoa; supõe afetações mínimas na sua condição de saúde, com projeção ativa e positiva para cumprir suas metas, expectativas e interesses, os quais são valorizados de acordo com as possibilidades reais. Está presente em sujeitos que referem não apresentar alterações emocionais e sentem um adequado nível de satisfação nas esferas da vida, oferecendo e recebendo apoio social.

b) QV Regular: está presente nas pessoas com uma percepção individual da vida mais ou menos adequada, de acordo aos seus valores e cultura. As afetações na sua saúde física são mínimas e limitadas: afetam minimamente o seu desenvolvimento sócio laboral e têm pouca interferência em suas metas, expectativas e interesses, os quais são mais ou menos valorizados em correspondência com as suas possibilidades reais. Indica que as pessoas apresentam algumas alterações emocionais, estão um bocado insatisfeitos com uma ou várias das esferas da vida e percebem que recebem ou oferecem insuficiente apoio social.

c) Má QV: acontece no sujeito que tem uma percepção individual negativa da vida de acordo aos seus valores e à cultura, apresentam afetações na sua condição de saúde física que afetam suas metas, expectativas e interesses, os que, ao mesmo tempo, não se correspondem com as possibilidades reais da pessoa. Identifica-se com pessoas que manifestam alterações emocionais e apresentam um alto nível de insatisfação em várias das esferas da vida, e não contam com o necessário apoio social, nem oferecem o seu.

RESULTADOS

Os professores da faixa etária dos 26–35 anos, apresentam uma pontuação média, de 3,22 no domínio geral, 3,32 no domínio físico, 3,62 no domínio psicológico, 3,54 no domínio das relações e 2,80 no domínio ambiental. Estes resultados mostram que os professores dessa faixa etária qualificam de regular sua qualidade de vida em todos os domínios, com exceção do domínio ambiental, onde eles consideram que sua QV deve melhorar (ver Tabela 1).

Tabela 1. Qualidade de vida dos professores, de acordo a idade.

Faixa etária

Domínio

Escore 0-100

Média 1-5

Desvio padrão

26-35

Geral

55,55

3,22

1,62

Físico

57,93

3,32

2,46

Psicológico

65,51

3,62

2,70

Relações

63,42

3,54

2,30

Ambiental

44,96

2,80

2,95

36-45

Geral

50,00

3,00

1,17

Físico

56,96

3,28

2,28

Psicológico

62,92

3,52

2,43

Relações

64,58

3,58

2,07

Ambiental

36,41

2,46

3,65

46-57

Geral

52,88

3,12

1,17

Físico

60,44

3,42

3,23

Psicológico

58,01

3,32

2,66

Relações

62,82

3,51

1,98

Ambiental

40,14

2,61

3,53

FONTE: Elaboração própria

Os professores da faixa etária dos 36 aos 40 anos, apresentam médias entre 2,46 até 3,58. Estes resultados mostram que os professores dessa faixa etária percebem que têm regular de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção do domínio ambiental; eles percebem que necessitam melhorar esse domínio de sua QV.

Os professores da faixa etária dos 41 aos 57 anos apresentam uma pontuação similar. Apresentam pontuações médias de entre 3,12 e 3,51 nos domínios geral, físico, psicológico y de relações, mas apresentam uma média de 2,61 no domínio ambiental. Estes dados mostram que os professores dessa faixa etária também percebem que necessitam melhorar a dimensão ambiental e que as outras dimensões estão em estado regular.

Para uma melhor compreensão, o sexo foi repartido em: masculino e feminino. Os professores do sexo masculino, apresentam uma pontuação média de 3,07 no domínio geral, 3,09 no domnio físico, 3,79 no domínio psicológico, 3,39 no domínio das relações, e 2,54 no domínio ambiental. Estes resultados mostram que os professores do sexo masculino percebem que precisam de melhorar a dimensão ambiental da sua QV, entanto percebem que as outras dimensões estão em estado regular (Ver Tabela 2).

Tabela 2: Qualidade de vida dos professores de acordo com o sexo.

Sexo

Domínio

Escore 0-100

Média 1-5

Desvio padrão

Masculino

Geral

51,63

3,07

1,58

Físico

52,28

3,09

3,10

Psicológico

69,69

3,79

2,19

Relações

59,80

3,39

2,06

Ambiental

38,45

2,54

4,13

Feminino

Geral

53,57

3,14

1,12

Físico

60,58

3,42

2,69

Psicológico

64,13

3,57

2,92

Relações

66,96

3,68

2,08

Ambiental

41,96

2,68

4,93

FONTE: Elaboração própria

A análise dos dados oferecidos pelo professorado do sexo feminino indica que os resultados são muito similares aos apresentados pelos professores do sexo masculino: o domínio ambiental é percebido como aquele que necessita melhorar, por enquanto, os outros domínios são percebidos num nível regular.

Os professores do nível académico médio e os licenciados apresentam pontuações médias, nos domínios geral, físico, psicológico, e das relações, num nível regular (entre 3,00 e 3,99), ao tempo que percebem que o domínio ambiental da QV precisa de melhorar (têm pontuações por baixo de 3,00) (Ver Tabela 3).

Tabela 3: Qualidade de vida dos professores de acordo com o nível académico.

Nível acadêmico

Domínio

Escore 0-100

Média 1-5

Desvio padrão

Médio

Geral

51,88

3,08

1,57

Físico

53,75

3,15

2,63

Psicológico

61,04

3,44

2,98

Relações

60,41

3,42

2,45

Ambiental

39,53

2,58

4,20

Licenciado

Geral

53,33

3,13

1,20

Físico

60,83

3,43

2,93

Psicológico

63,61

3,54

2,43

Relações

65,27

3,61

1,82

Ambiental

40,41

2,62

4,86

Pós-graduado

Geral

50,00

3,00

0,01

Físico

67,85

3,71

0,76

Psicológico

65,50

3,62

5,52

Relações

83,33

4,33

0,58

Ambiental

56,25

3,25

0,71

FONTE: Elaboração própria

O professorado do nível académico pós-graduado apresenta pontuações que indicam que eles percebem os domínios geral, físico, psicológico e ambiental da QV em um nível regular, e percebem que o domínio das relações está no nível de bem. Estes resultados apresentam diferenças com relação aos dos professores dos níveis académicos inferiores (Ver Tabela 3).

Os professores de ambas duas instituições: Complexo Escolar nº 76 “1º de Maio” e Colégio nº 175 “Comandante Kataleco” apresentaram a pontuações médias entre 3,00 e 3,99 nos domínios geral, físico, psicológico, e das relações, ao tempo que no domínio ambiental apresentam pontuação média inferior a 3,00. Estes resultados indicam que o professorado das duas instituições percebem QV regular nos domínios geral, físico, psicológico, e das relações, mas percebem que o domínio ambiental necessita melhorar (Ver Tabela 4).

Tabela 4: Qualidade de vida dos professores de acordo à instituição laboral.

Escola

Domínio

Escore 0-100

Média 1-5

Desvio padrão

1º de Maio

Geral

51,95

3,08

1,30

Físico

59,15

3,37

3,03

Psicológico

61,32

3,45

2,76

Relações

61,97

3,48

2,14

Ambiental

39,84

2,59

5,18

Kataleco

Geral

53,94

3,16

1,42

Físico

56,57

3,26

2,83

Psicológico

64,69

3,59

2,37

Relações

66,66

3,67

2,03

Ambiental

41,28

2,65

3,68

FONTE: Elaboração própria

Os professores das duas instituições apresentam uma pontuação média geral no intervalo de 3,11 até 3,55 nos domínios geral, físico, psicológico, e das relações. Estes resultados mostram que o professorado estudado percebe que sua QV é regular nesses domínios. No entanto, percebem que o indicador ambiental precisa de melhorar (Ver Tabela 5).

Tabela 5: Qualidade de vida geral dos professores.

Domínio

Escore 0-100

Média 1-5

Desvio padrão

Geral

52,69

3,11

1,33

Físico

58,19

3,33

2,93

Psicológico

62,58

3,50

2,74

Relações

63,72

3,55

2,15

Ambiental

40,38

2,62

4,70

FONTE: Elaboração própria

DISCUSSÃO

Falar da qualidade de vida dos professores, é fundamental porque existe diversos indicadores que mostram a qualidade de vida destes profissionais no trabalho, como saúde e bem-estar. Pode-se trazer algumas questões que afetam diretamente a qualidade de vida no trabalho, assim como, os fatores: ambientais (como um local de barulho constante, falta de materiais didáticos, dificuldade ao acesso de informação, entre outros que podem ditar a aprendizagem dos alunos), organizacionais (como foi estabelecido a sua carga horária, e as tarefas a desempenhar) e comportamentais (como é, a sua relação com o local onde trabalha e com os outros) (França, 2023).

Os resultados desta investigação mostram que, os professores da faixa etária dos 26 aos 35 anos, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida. Isto quer dizer que, os professores dessa idade são bons em relacionarem-se com as pessoas, em avaliar a situação. Já a excepção do domínio ambiental, pode estar associado a falta de tempo de lazer, a salários baixos, condições no local de trabalho, insatisfeito com o local onde mora, com os serviços de saúde, com meio de transporte que não se tem, da disponibilidade das informações do dia a dia, insegurança e questão do ambiente físico, como barulho, poluição e atrativos. Estes resultados são quase idénticos com os encontrados por Machado et al. (2023), pois, estes autores estudaram a qualidade de vida dos docentes, e os resultados demostraram que, esta população apresentou boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios.

Os resultados desta investigação mostram que, os professores da faixa ectária dos 36 aos 40 anos, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida. Isso quer dizer que, os professores dessa faixa ectária, se encontram na mesma situação que os professores da faixa ectária dos 26 aos 35 anos. Estes resultados são quase idênticos com os encontrados por Vaz et al. (2019), pois, estes autores analisaram a qualidade de vida dos professores do ensino fundamental das redes pública e privada em palmas, e os resultados dessa pesquisa, mostraram boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, mas com queixas salariais.

Os resultados desta investigação mostram que, os professores da faixa ectária dos 41 aos 57 anos, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida. Isso quer dizer que, os professores dessa idade mostram insatisfação devido o domínio afectado. Estes resultados são quase idênticos com os encontrados por Vaz et al. (2019), pois, estes autores analisaram a qualidade de vida dos professores do ensino fundamental das redes pública e privada em palmas, e os resultados dessa pesquisa, mostraram boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, mas mostraram-se pouco satisfeitos com os salários.

Os resultados desta investigação mostram que, os professores do sexo masculino, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida. Isso quer dizer que, os professores do sexo masculino mostram uma insatisfação na qualidade de vida, devido o domínio ambiental que deixa a desejar, e pode estar relacionada a queixas das condições de trabalho e salários, assim como os professores do sexo feminino. Estes resultados são quase idénticos com os encontrados por Martins (2021), pois, este autor estudou a qualidade de vida dos docentes: um estudo de caso no Instituto Federal de Rondônia – Campus Vilhena, e os resultados dessa pesquisa, mostraram o sexo masculino com boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios.

Os resultados desta investigação mostram que, os professores do sexo feminino, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida. Isso quer dizer que, os professores do sexo feminino, também apresentam uma percepção idêntica a dos professores do sexo masculino, que também têm como queixas principais, as condições de trabalho e salários baixos. Estes resultados são diferentes com os encontrados por Martins (2021), pois, este autor estudou a qualidade de vida dos docentes: um estudo de caso no Instituto Federal de Rondônia – Campus Vilhena, e os resultados dessa pesquisa, mostraram o sexo feminino com mal percepção de qualidade de vida em todos os domínios.

Os resultados desta investigação indicaram que, os professores do nível académico médio, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida.

Os resultados desta investigação indicaram que, os professores do nível académico licenciado, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida.

Os resultados desta investigação indicaram que, o professor do nível académico pós-graduado, tem boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios.

Os resultados desta investigação indicaram que, os professores do Complexo Escolar nº 76 1º de Maio, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida.

Os resultados desta investigação indicaram que, os professores do Colégio nº 175 Comandante Kataleco, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida.

Os resultados desta investigação mostram que, os professores do Complexo Escolar nº 76 1º de Maio e Colégio nº 175 Comandante Kataleco do Bairro Calonuima, município do Cuíto, têm boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção no domínio ambiental que apresentam mal percepção de qualidade de vida. Isto quer dizer que, os professores dessas escolas, além de terem boa percepção em outros domínios, ainda se veem afectados no domínio ambiental com um requisito essencial, que são os salários que precisam melhorar, isso, devido as queixas constantes de salários baixos. Estes resultados são semelhantes com os encontrados por Machado et al. (2023), pois, estes autores analisaram a qualidade de vida de professores de educação física escolar, e os resultados demostraram que, esta população apresentou boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios, com excepção o domínio ambiental. Estes resultados são quase idénticos com os encontrados por Garcia et al. (2019), pois, estes autores estudaram a qualidade de vida no trabalho de professores do ensino superior, e os resultados dessa pesquisa, mostraram como boa e muito boa percepção de qualidade de vida para alguns, ruim para outros e nem ruim ou boa para outra parte. Estes resultados são quase idénticos com os encontrados por Lopes-Pereira et al. (2020), pois, estes autores estudaram os preditores associados à qualidade de vida no trabalho de docentes da universidade pública, e os resultados dessa pesquisa, mostraram boa percepção de qualidade de vida em todos os domínios.

CONCLUSÕES

O estudo realizado permite concluir que o professorado das duas instituições percebem que sua qualidade de vida se caracteriza por ser regular e apresentam as maiores dificuldades no domínio ambiental. Significa que têm uma percepção individual da vida mais ou menos adequada, em função de sua cultura e seus valores. Percebem que as afetações nos domínios físico, psicológico, e de relações, são mínimas ou limitadas; quer dizer: afetam minimamente o seu desenvolvimento pessoal, social, laboral e têm pouca interferência nas suas metas, expectativas e interesses. Indica que os docentes estão um bocado insatisfeitos no domínio ambiental; pois percebem que as condições do ambiente não garantem a realização das suas necessidades.

Os professores estudados percebem que sua qualidade de vida é regular; esta percepção os caracteriza, independentemente da instituição de origem, a idade, o sexo e o nível académico.

Os professores com nível académico superior (pós-graduados) têm uma percepção da qualidade de vida superior aos seus colegas, nos domínios: de relações e ambiental.

Declaração de transparência, ética e responsabilidade

Conflito de interesses: Os autores declaram que não há conflitos de interesses relacionados à pesquisa, autoria ou publicação deste artigo.

Contribuição e autoria: Os autores declaram que todos contribuíram significativamente para o manuscrito, de acordo com a taxonomia CRediT, aprovaram a versão final e aceitaram a ordem de autoria estabelecida.

Aprovação ética: Os autores declaram que o estudo foi avaliado e aprovado por um Comitê de Ética em Pesquisa (Research Ethics Committee, REC) ou por um Comitê de Revisão Institucional (Institutional Review Board, IRB). Nos casos em que tal avaliação não foi necessária, a pesquisa contou com as devidas autorizações institucionais formais.

Consentimento de participação e publicação: Os autores declaram que todos os participantes deram seu consentimento informado por escrito para participar do estudo e autorizaram a publicação dos resultados, garantindo seu anonimato em todos os momentos.

Financiamento: Os autores declaram que esta pesquisa não recebeu financiamento externo.

Disponibilidade dos dados: Os dados estarão disponíveis mediante solicitação fundamentada aos autores.

Uso de Inteligência Artificial (IA): Os autores declaram qualquer uso de ferramentas de Inteligência Artificial de forma transparente e assumem total responsabilidade pelo conteúdo do manuscrito.

Pré-impressões: Os autores declaram que este manuscrito não foi publicado anteriormente como pré-impressão em nenhum repositório público.

Retratações e correções: Os autores estão cientes da política editorial da revista HOMERO em relação à ética na publicação, retratações e correções, e se comprometem a agir de acordo com os princípios estabelecidos pelo Comitê de Ética em Publicações (COPE) no caso de identificação de erros ou práticas inadequadas após a publicação.

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1Homero, 1(3), 134-144

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